Anúncio

O mercado de startups brasileiro consolida-se como o maior da América Latina, com influxo de capital internacional atingindo US$ 3,2 bilhões no primeiro semestre de 2025. Dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups) revelam crescimento de 18% nos investimentos em série A e B comparado a 2024, impulsionado por setores como agrotech, fintechs e saúde digital.

O marco ocorre após a sanção do Novo Marco Legal das Startups (Lei 14.460/22), que simplificou processos burocráticos e ampliou incentivos fiscais para fundos de venture capital.

Segundo relatório da Distrito Dataminer, 62% dos aportes concentram-se em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 14 novos unicórnios emergentes em 2025 – incluindo a plataforma de logística Verdelog e a fintech PagSeguro.

Contudo, desafios persistem: apenas 28% das startups alcançam a fase de scale-up, conforme estudo do Sebrae, que aponta custos tributários e dificuldades na contratação de talentos qualificados como principais entraves.

O ministro da Economia, Fernando Haddad, declarou em coletiva que a pasta prepara novo pacote de crédito a juros subsidiados via BNDES, previsto para outubro.

Paralelamente, fundos globais como SoftBank e Tiger Global ampliaram suas carteiras no Brasil, atraídos pela valorização média de 40% em IPOs de tech companies na B3. Especialistas alertam para riscos de supervalorização: “O ecossistema amadurece, mas precisa de regulação específica para evitar bolhas”, adverte Carlos Arruda, coordenador do Centro de Inovação da Fundação Dom Cabral.

Anúncio

O impacto econômico reflete-se na geração de 127 mil empregos formais em 2025, com projeção de R$ 180 bilhões em contribuição ao PIB até 2030.

Fontes: Valor Econômico, Exame, CNN Brasil, UOL Economia, StartSe.

 

Anúncio