A Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), ícone de Hollywood responsável por franquias como 007 e Rocky, renasceu sob a gestão da Amazon após uma aquisição de US$ 8,45 bilhões em 2022.
Transformada em Amazon MGM Studios em 2023, o estúdio manteve sua sede histórica em Culver City enquanto redefinia estratégias na era do streaming, equilibrando tradição cinematográfica e inovação digital.
Mike Hopkins, líder da divisão, reafirmou no CinemaCon 2025 o compromisso com as salas de cinema: “Filmes que estreiam nos cinemas geram maior impacto cultural e financeiro”.
Essa política de janelas exclusivas prioriza lançamentos “theatrical-first” antes do streaming no Prime Video, como demonstram as produções aguardadas: “Project Hail Mary” (ficção científica com Ryan Gosling, 2026) e “Verity” (thriller com Anne Hathaway, baseado em Colleen Hoover).
Franquias históricas seguem como pilares, com o 26º filme de James Bond em parceria Amazon-MGM e “Creed IV” em desenvolvimento. A subsidiária Orion Pictures foi revitalizada para impulsionar filmes autorais e diretores independentes, ampliando a diversidade do catálogo.
Na TV, a MGM Television mantém sucessos como “Fargo” e “The Handmaid’s Tale”, além de apostas como a sequência “The Accountant 2”, reunindo Ben Affleck e Jon Bernthal. Dados internos revelam que títulos com passagem pelos cinemas têm 35% mais retenção no streaming, justificando o modelo híbrido.
Em 2025, o estúdio apresentou no CinemaCon um portfólio ambicioso, incluindo o épico “Masters of the Universe” e o drama “After the Hunt”, de Luca Guadagnino.
Com 101 anos, a MGM prova que o cinema big screen é insubstituível, mesmo sob a revolução digital liderada pela Amazon. para viralização e autoridade temática.














