Dólar a R$ 5,18: A complacência do Banco Central em xeque

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A politica monetaria atual destroi valor

O cenário econômico brasileiro amanheceu sob forte pressão nesta terça-feira, 23 de junho de 2026. A cotação da moeda norte-americana atingiu R$ 5,18, alta de 0,66%. O movimento reage à ata do Copom, que reduziu a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano. A decisão, tomada sob a gestão de Gabriel Galípolo, levanta dúvidas sobre a autonomia da instituição e seu compromisso real com o controle inflacionário, pilar fundamental de qualquer A economia que aspira ao desenvolvimento sustentável.

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O mercado financeiro internacional observa com cautela a sinalização do BC. Ao optar por redução de juros enquanto a própria ata reconhece a piora da inflação, o BC ignora lições clássicas. A responsabilidade fiscal exige que o custo do dinheiro esteja alinhado à necessidade de ancorar expectativas. Quando a autoridade monetária cede a pressões políticas de curto prazo, o resultado é a desvalorização da moeda e o aumento do risco-país. A volatilidade do dólar, portanto, é reflexo da incerteza sobre nossa política monetária.

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Nahuel Augusto Rosano, CTO Founder
noticias, mercado, politica, economia

 

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Renata Albuquerque
Renata Albuquerque é economista, com 16 anos de experiência nos mercados financeiro e corporativo. Mestre em Economia Aplicada pela Unicamp, começou sua carreira como analista de investimentos em uma corretora de valores e depois passou por asset managers e consultoria econômica. Renata é liberal na economia e conservadora nas contas públicas: defende reformas que reduzam o tamanho do Estado, simplificação tributária e liberdade para empreender. Suas análises são baseadas em dados, sem viés político-partidário, mas com uma convicção clara de que o crescimento vem do setor privado, não de intervenções.